Pedaços de Pessoa e pessoas...



Domingo, Dezembro 29, 2002


postado por: Cris 23:56

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Sexta-feira, Dezembro 27, 2002


postado por: Cris 00:42

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Quinta-feira, Dezembro 26, 2002



Colaboração (texto): Raquel Crato

postado por: Cris 00:07

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Terça-feira, Dezembro 24, 2002


postado por: Cris 00:20

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Sábado, Dezembro 21, 2002


postado por: Cris 23:06

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Sexta-feira, Dezembro 20, 2002


postado por: Cris 00:34

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Sábado, Dezembro 14, 2002




Sentir-se livre era uma idéia. Ela queria liberdade na vigilância das paredes do quarto. Riscos que soassem como sonhos que não adoecem e mágica simples, onde riscos rabiscos fossem vida na vista cinza que ela alcançava.
Marina pintava com fome e se libertava ávida dos grilhões que mesmo construiu. E pedia cumplicidade às paredes do quarto. Compartilhava mãe as angústias e carícias que saciavam os desejos. E por caminhos íngremes vilmente traçados, Marina caiu. Tantas vezes álibi tantas vezes só, que até os riscos pereceriam pontos no êxtase da sua solidão. E em algum lugar entre o controle e devaneio. Risco e ponto. Mede o Homem as coisas ou Coisas medem homem? Marina pensa que pensa no canto do quarto. E tenta correr as cortinas de uma janela sem cortinas. E molha o colorido dos riscos que não desbotam. E prova marcas e máscaras na cara com gritos e gestos dormentes pelo furor do tempo. Angústia indômita. Marina sente. Por pura rebeldia relutam à flor da pele e fogem covardes. Assustados. Riscos e pontos. Riscos e riscos. Bicho indomado. Fera adormecida. Insistem na liberdade embriagadora. Na revolução íntima dos riscos. Marina pinta.


Texto de Maísa Moreira

postado por: Cris 20:38

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Colaboração (texto): Raquel Crato

postado por: Cris 00:16

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Quinta-feira, Dezembro 12, 2002


postado por: Cris 00:49

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Sábado, Dezembro 07, 2002





Duelo introspectivo de uma mulher que tenta conviver com o sentimento do mundo, a guerra constante, o cansaço e a tão sonhada trégua.

Vejo o dia lindo, as pessoas riem, mas eu não acompanho. Queria ter alguém com quem eu não precisasse usar máscaras. Estou quente...
Vejo toda essa arquitetura rosa, limpa... linda. Arquitetura perfeita para quem quer esquecer que existem coisas ruins. Coisas que você não pode comprar e simplesmente abafar o choro com cartão de crédito. Aceita cheque? Não. Não aceita. O mundo a minha volta é doce, limpo e familiar. Mas eu estou cinza. Eu vejo além do quadro e eu sei que há mais coisas. Queria olhar a volta e ver mais que uma simples realidade distante. As pessoas são enfeites. Caixas de papelão vazias. E eu? Minha cabeça dói. As crianças riem. Os casais passam absolutos. E eu compadeço. Adormeço. Fugaz tentativa de adequar-se. As dores só aumentam. Choro. Esvazio-me. O cego não masca chicletes. Mas... Veja! O homem alimenta pombas. Um homem alimenta algo que não é um ego nesse mundo de arquitetura rosa. Ele me alimenta como a fúria de uma gorda ao saciar os sabores proibidos. Aquele gosto amargo na boca. A culpa.
Ah... se você estivesse aqui. O mar pareceria menos violento. E as pombas não iriam atacar minhas mãos cheias de comida. E o mundo sorriria para mim mais doce.
Eu choro e meu choro fere a arquitetura. Ele é a agulha que adentra na barra da perfeição. A limpeza estúpida. A correção de espírito. A felicidade harmônica...
E eu descubro que eu incomodo. Eu sou a ameaça. Um perigo iminente à ordem. Eu sou o caos. A goteira escondida. A barata que desperta o pavor. A mosca indesejada.
Mas se você estivesse aqui. Eu juro que eu amaria mais e abafaria minha ruína. Eu ria doce. Pipoca. Algodão-doce. Sorvete... e seria criança e adolescente. E acreditaria em futuro. Casa simples de madeira. Vento tocando minha pele. E diria adeus. E pularia para dentro do quadro. Você vem? Eu iria longe. Formiga. Se você estivesse aqui comigo eu seria outra. Seria feliz.

(Texto de Maísa Moreira)

postado por: Cris 22:57

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Black
(Pearl Jam)

Sheets of empty canvas
untouched sheets of clay
They spread out before me
as her body once did

All five horizons,
revolved around her soul (as the earth to the sun)
Now the air I tasted and breathed,
has taken a turn

Oooh all I know I taught her was... everything
Oooh all I know she gave all... that she wore
And my bitter hands
Shake beneath the clouds
Of what was everything
All the pictures have all been washed in black
Tatooed everything.

I take a walk outside
I'm surrounded by some kids at play
I can feel their laughter
So what can I say

Ooh all my twisted thoughts they spin round my head (I'm spinnin')
Oooh I'm spinning how quick the sun can drop awayayayayay
And my bitter hands
Clean on broken glass
of what was everything

All my pictures have
all been washed in black
Tatooed everything

All my love gone bad
turned my world to black
tatooed all I see
All that I am
All that I'll beeeeee yeaahheah

I know some day you'll have a beautiful life
I know you'll be a sun,
In somebody elses sky, whyhy, whyhy whyhy
can't it be, can't it be in mine.

postado por: Cris 01:58

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Quinta-feira, Dezembro 05, 2002


A despersonalização como a destituição do individual inútil - a perda de tudo o que se possa perder e, ainda assim, ser. Pouco a pouco tirar de si, com um esforço tão atento que não se sente a dor, tirar de si, como quem se livra da própria pele, as características. Tudo o que me caracteriza é apenas o modo como sou mais facilmente visível aos outros e como termino sendo superficialmente reconhecível por mim.

postado por: Cris 00:40

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Segunda-feira, Dezembro 02, 2002



Colaboração (texto): Raquel Crato

postado por: Cris 20:36

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Domingo, Dezembro 01, 2002


postado por: Cris 00:29

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